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Construção avança e geração de emprego bate novo recorde

No período de janeiro a novembro de 2019 e 2020, segundo levantamento da Caged, a construção civil avançou contribuindo para a geração de novos empregos e os índices bateram recorde.

De acordo com o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério da Economia, o Brasil gerou 414,5 mil empregos formais em novembro do ano passado (dado mais recente disponível). Com isso, pelo segundo mês consecutivo foi batido o recorde da série histórica iniciada em 1992.

O resultado reflete a retomada da economia após as perdas causadas pela Covid-19. Pela primeira vez desde janeiro, o saldo anual ficou positivo: são 227 mil postos de trabalho criados entre admissões e desligamentos no período de onze meses. Atualmente, a quantidade total de vínculos ativos está pouco acima dos 39 milhões, ainda abaixo do número registrado em novembro de 2019.

Elaboração e fonte: Novo Caged – SEPRT/ME

Elaboração e fonte: Novo Caged – SEPRT/ME

Neste contexto, destaca-se o Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda, que permitiu a suspensão de contratos de trabalho e a redução proporcional de salários e jornadas, evitando um número maior de demissões. No total, foram 9,8 milhões de trabalhadores participantes e 20 milhões de acordos até novembro.

Em vigor desde abril, o programa federal chegou ao fim no último dia 1° de janeiro, assim como o estado de calamidade pública no país. Entretanto, o governo ainda estuda a possibilidade de extensão do benefício por conta de sua importância econômica em meio à pandemia do novo coronavírus.

Construção lidera retomada

A construção teve papel de destaque mais uma vez e segue liderando a retomada do emprego formal no país com 157,8 mil vagas abertas em 2020 – variação relativa de 7,29%. Em novembro, o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões pelo sexto mês consecutivo, com saldo de 20,7 mil empregos.

Na sequência, aparece a indústria, com 137,4 mil empregos abertos no ano passado. O setor gerou 51,4 mil vagas em novembro e ultrapassou a agropecuária, que teve déficit de 15,3 mil vagas no mês e conta com saldo de 85,5 mil postos de trabalho formais abertos em 2020.

Elaboração e fonte: Novo Caged – SEPRT/ME

Elaboração e fonte: Novo Caged – SEPRT/ME

Ainda com resultados anuais negativos, as atividades de comércio e serviços geraram, respectivamente, 179 mil e 179,2 mil empregos em novembro. Se os números de dezembro forem semelhantes, é possível que todos os setores da economia encerrem 2020 com saldo positivo nas vagas com carteira assinada.

O mesmo não ocorre no mercado de trabalho informal, mais impactado pela pandemia e ainda com tendência de queda na quantidade de empregos – no fim do 3º trimestre, o desemprego atingiu 14,6% da população economicamente ativa.

Salário de admissão

O salário médio de admissão caiu nos últimos três meses para R$ 1.684. Mesmo assim, o valor está acima do registrado em novembro de 2019.

FONTE

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